quinta-feira, 11 de outubro de 2012



E aquela Tulipa já não era a mesma.

Havia pedido a cor.

A textura.

O aroma vermelho.

O sabor.

Que atraia pássaros, vaga-lumes e borboletas.

Aquela flor que dançava as carícias do vento,

Agora se punha estática.

Já não sorria para o Sol

Nem para a Lua.

A  bela taça de vinho

Não mais florescia,

Desgostosa,

Porque ninguém a entendia..

L.H.

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