E aquela Tulipa já não era a mesma.
Havia pedido a cor.
A textura.
O aroma vermelho.
O sabor.
Que atraia pássaros,
vaga-lumes e borboletas.
Aquela flor que dançava
as carícias do vento,
Agora se punha estática.
Já não sorria para o Sol
Nem para a Lua.
A bela taça de vinho
Não mais florescia,
Desgostosa,
Porque ninguém a entendia..
Desgostosa,
Porque ninguém a entendia..
L.H.
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