Ando
em meio.
por dentro.
por entre dúvidas.
Percorro
um infindável caminho
preenchido
por perguntas sem respostas.
A maior delas;
A de não saber se quero saber as respostas...
L.H.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Há alguns dias.. Instalou-se um vazio em meu peito.
Nada o preenche.
Não é por questão de escolha.
Tentei decidir e escolher muitas coisas para preenchê-lo.
Mas foram todas vãs tentativas. Por que sei
exatamente o que falta...
Eu ando.
E meu corpo locomove-se de um lado para o outro.
Não é quente; Frio, nem morno.
Está insensível a sensações.
Seja verão, primavera, outono, inverno.. ou qualquer variação
dessas estações.
As folhas caem.
Os pássaros voam.
A cidade,
Tudo se move. Locomove-se. Voa. Corre.
E eu,
Estou pausada.
Olho sem ver.
Falo sem dizer.
Escuto sem ouvir.
Existo ao invés de viver.
Parada. Invisível. Intocável. Imóvel. Insensível.
Completamente perdida dentro dos dias.
Dentro de mim.
Na imensidão da vida.
Procuro fugir ou me esconder.
Tento achar respostas para as perguntas que não consigo
entender.
É tudo tão incerto. Vago. Inóspito. Misterioso.
Que a impressão que tenho...
É que a vida, cansada de mim
Fez suas malas e se foi.
Fugiu também..
Para um lugar longínquo.
Sem deixar-me ao menos uma carta com endereço ou destino.
L.H.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
A incerteza invade meu peito
arracando de mim qualquer vestígio de paz que esteja sentindo.
Como denso nevoeiro
cega meus olhos,
censura meus pensametos,
tortura minha mente.
Esta dúvida tão frequente me tira o chão,
a calma,
me agustia o coração.
Restam apenas perguntas... tão misteriosas quanto as respostas..
E
Minha fé.
Minha fé no amor;
Que já gostou tanto de nós dois..
L.H.
arracando de mim qualquer vestígio de paz que esteja sentindo.
Como denso nevoeiro
cega meus olhos,
censura meus pensametos,
tortura minha mente.
Esta dúvida tão frequente me tira o chão,
a calma,
me agustia o coração.
Restam apenas perguntas... tão misteriosas quanto as respostas..
E
Minha fé.
Minha fé no amor;
Que já gostou tanto de nós dois..
L.H.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Te encontro logo mais
entre o girassol e a flor de cerejeira.
Logo ali no arco íris.
Entre árvores e floreiras.
Te encontro logo mais num imenso sorriso.
Na leveza da borboleta
No olhar do meu menino.
O gigante menino.
que me levou o coração
para alçar voo num arabesco balão.
Vem menino,
Vem brincar de pião
Só não te esqueças
Que teu brilho ascende escuridão.
Vem menino,
vem voar no balão.
Só não te esqueças de tornar nosso sonho
luminosa canção.
Vem menino
Vem crescer devagarinho
Vem amar bem de mansinho.
Vem iluminar este vitral colorido
Para tornar o mundo um caleidoscópio de emoção.
L.H.
entre o girassol e a flor de cerejeira.
Logo ali no arco íris.
Entre árvores e floreiras.
Te encontro logo mais num imenso sorriso.
Na leveza da borboleta
No olhar do meu menino.
O gigante menino.
que me levou o coração
para alçar voo num arabesco balão.
Vem menino,
Vem brincar de pião
Só não te esqueças
Que teu brilho ascende escuridão.
Vem menino,
vem voar no balão.
Só não te esqueças de tornar nosso sonho
luminosa canção.
Vem menino
Vem crescer devagarinho
Vem amar bem de mansinho.
Vem iluminar este vitral colorido
Para tornar o mundo um caleidoscópio de emoção.
L.H.
E para todo sonho
Uma esperança.
E viver apenas sob o signo desta?
Na esperança de que um sonho se realize.
Na eminência de que uma vida se concretize.
Onde está você?
Procuro-te por entre as lembranças.
Pelas nuvens e estrelas que percorremos na imensidão dos
dias e noites.
Pela Lua Branca que iluminou esta aliança.
Espero-te.
Por que há fé e esperança.
E sob o signo destas
Eternizarei minha breve existência.
L.H.
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