Rabisco a folha branca imaginando qual seria a obra mais criativa que poderia desenvolver nela..
O branco me instiga a capacidade de reverter aquela hegemonia em alguma informação ou desinformação, em um desenho infantil ou em simples rabiscos..
Paro e contemplo o branco, porque nele – e naquela folha vazia- estão às infinitas possibilidades de escolha. Está subentendido o tudo. A infinidade de opções e caminhos que posso escolher.
E para mim é difícil escolher um, quando queria escolher todos..
L.H.
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